Isso significa que, à noite, Júpiter será o astro mais brilhante no céu depois da Lua. Qualquer um poderá observá-lo a olho nu facilmente. Porém, quem possui telescópio conseguirá ver os ciclones na atmosfera do vizinho e sua "Grande Mancha Vermelha" - uma tempestade em forma oval que já dura, pelo menos, 400 anos.
Júpiter apresenta ainda uma série de anéis menos complexos que os de Saturno (invisíveis da Terra) e 63 satélites conhecidos, quatro dos quais - Calisto, Europa, Ganímedes e Io - foram observados por Galileu já em 1610.
As aproximações entre os dois planetas ocorrem a cada 13 anos. Mas, como a Terra e Júpiter não orbitam o Sol formando um círculo perfeito, a distância entre ambos os planetas é variável - mesmo quando estão mais perto. Nesta segunda-feira, Júpiter está a 75 milhões de quilômetros mais próximo do que em encontros anteriores.


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