Criação de histórias (continuando o enredo da obra lida; criando novos enredos com as personagens; recriando a história em outro ambiente...)
• Dramatização
• Pantomima
• Júris simulados
• Fazer dobradura do personagem que mais gostou
• Cantar músicas infantis que trazem personagens da história
• Recorte, montagem e colagem de jornais e revistas, reproduzindo a história
• Modelagem da história
• Pintura do enredo principal (a dedo, pincel, espátula)
• Construção de maquetes
• Cartazes com desenhos inspirados no enredo, no ambiente ou nas personagens
• Ilustração da história
TÉCNICAS DE CONTAR HISTÓRIAS
• Leitura do livro
• Narrar sem apoio, só com a voz e expressão corporal
• Narrar com apoio de gravuras – cartaz
• Sanfona
• Cineminha ou televisão (usar a TV de caixa de papelão)
• Flanelógrafo
• Álbum seriado ou blocão
• Fantoches
• Vídeo/DVD/Slides
PARA SER UM BOM CONTADOR DE HISTÓRIAS É NECESSÁRIO
• Motivar os ouvintes, despertar sua curiosidade
• Penetrar vivamente na história
• Gostar da história
• Ter confiança em si mesmo, saber improvisar.
• Estar seguro sobre o enredo
• Dominar bem o início, o desenvolvimento, o clímax e o desfecho do enredo
• Resolver com presença de espírito as interferências possíveis
• Contar com dramaticidade
• Saber e usar a flexibilidade
• Ter ritmo na exposição, pausas bem cuidadas
• Brincar com a sonoridade das palavras
• Criar atmosfera de cumplicidade
• Ter repertório variado e atualizado
• Evitar adaptações
• Não fugir das palavras difíceis
• Não explicar demais
• Lembrar que toda história é um ponto de partida
• A moral da história é nenhuma, ou melhor, várias. Quem descobre é o ouvinte
DECÁLOGO PARA O BOM APROVEITAMENTO DA LITERATURA INFANTIL NA SALA DE AULA, SEGUNDO ELIANA YUNES
1. Era uma vez...
Primeiro toque: desenvolver na criança a capacidade de ouvir histórias e contar muitas histórias.
2. Eu falo, tu falas, nós falamos.
Na “hora da Literatura” é proibido proibir falar. Toda criança deve ter oportunidade de re-contar as histórias lidas/ouvidas, além de criar as suas.
3. Em cena: ação!
Sempre que possível, encenar, pelo menos, capítulos dos livros em sala: tipo de leitura de peças, sem requinte e afetações. Dramatizar ajuda a desembaraçar o nível de expressão, descobrir a musicalidade, o ritmo da linguagem.
4. Abaixo a teoria!
Criança não precisa saber se o narrador é de primeira ou terceira pessoa, se existe personagem protagonista ou antagonista. A abordagem não deve ser colocada em termos de nomenclatura, mas em termos de compreensão das relações.
5. Literatura não é pedagogia.
O exercício da leitura deve ser lúdico e conduzir ao prazer e nunca se converter em espaço para a imitação mecânica. Quem não gosta, pode aprender a gostar, quando descobrir o universo como distinto das matérias de aprendizagem curricular.
6. Provas nunca mais!
Se devemos ter uma linha de aproveitamento do aluno, certamente não serão provas de averiguações que poderão assegurar a eficácia do trabalho. Toda avaliação da leitura será indireta.
7. Livro não é castigo.
A escola deve proporcionar motivação para a leitura. Descobrir este prazer é fundamental, longe de exigências e repreensões. O livro deve estar à mão e jamais se converter em castigo subsequente às ordens em sala de aula.
8. Eleição é obrigação.
O professor, antes de dar um livro, deve levantar o assunto e o tema de duas ou três obras e pedir que os alunos elejam a leitura comum. Isto faz com que participem desde o início do processo de leitura.
9. Renovar é preciso!
Se o professor souber distinguir literatura e arte de pedagogia e aprendizagem, se souber distinguir ideologia repressora de reflexão libertadora, não há porque temer o novo e repetir indefinidamente os velhos (ainda que bons) autores. A atualização é fácil, se ele acompanha um boletim ou uma revista especializada.
10. Leitura é co-produção.
Não obrigar o aluno, inicialmente, a ler um livro sozinho: será difícil manter a concentração e o ritmo. Assinalar a visão do autor, verificar a visão dos leitores e discutir, a partir do texto, as relações entre a arte e a vida: você vai descobrir que um texto são mil textos.
• Dramatização
• Pantomima
• Júris simulados
• Fazer dobradura do personagem que mais gostou
• Cantar músicas infantis que trazem personagens da história
• Recorte, montagem e colagem de jornais e revistas, reproduzindo a história
• Modelagem da história
• Pintura do enredo principal (a dedo, pincel, espátula)
• Construção de maquetes
• Cartazes com desenhos inspirados no enredo, no ambiente ou nas personagens
• Ilustração da história
TÉCNICAS DE CONTAR HISTÓRIAS
• Leitura do livro
• Narrar sem apoio, só com a voz e expressão corporal
• Narrar com apoio de gravuras – cartaz
• Sanfona
• Cineminha ou televisão (usar a TV de caixa de papelão)
• Flanelógrafo
• Álbum seriado ou blocão
• Fantoches
• Vídeo/DVD/Slides
PARA SER UM BOM CONTADOR DE HISTÓRIAS É NECESSÁRIO
• Motivar os ouvintes, despertar sua curiosidade
• Penetrar vivamente na história
• Gostar da história
• Ter confiança em si mesmo, saber improvisar.
• Estar seguro sobre o enredo
• Dominar bem o início, o desenvolvimento, o clímax e o desfecho do enredo
• Resolver com presença de espírito as interferências possíveis
• Contar com dramaticidade
• Saber e usar a flexibilidade
• Ter ritmo na exposição, pausas bem cuidadas
• Brincar com a sonoridade das palavras
• Criar atmosfera de cumplicidade
• Ter repertório variado e atualizado
• Evitar adaptações
• Não fugir das palavras difíceis
• Não explicar demais
• Lembrar que toda história é um ponto de partida
• A moral da história é nenhuma, ou melhor, várias. Quem descobre é o ouvinte
DECÁLOGO PARA O BOM APROVEITAMENTO DA LITERATURA INFANTIL NA SALA DE AULA, SEGUNDO ELIANA YUNES
1. Era uma vez...
Primeiro toque: desenvolver na criança a capacidade de ouvir histórias e contar muitas histórias.
2. Eu falo, tu falas, nós falamos.
Na “hora da Literatura” é proibido proibir falar. Toda criança deve ter oportunidade de re-contar as histórias lidas/ouvidas, além de criar as suas.
3. Em cena: ação!
Sempre que possível, encenar, pelo menos, capítulos dos livros em sala: tipo de leitura de peças, sem requinte e afetações. Dramatizar ajuda a desembaraçar o nível de expressão, descobrir a musicalidade, o ritmo da linguagem.
4. Abaixo a teoria!
Criança não precisa saber se o narrador é de primeira ou terceira pessoa, se existe personagem protagonista ou antagonista. A abordagem não deve ser colocada em termos de nomenclatura, mas em termos de compreensão das relações.
5. Literatura não é pedagogia.
O exercício da leitura deve ser lúdico e conduzir ao prazer e nunca se converter em espaço para a imitação mecânica. Quem não gosta, pode aprender a gostar, quando descobrir o universo como distinto das matérias de aprendizagem curricular.
6. Provas nunca mais!
Se devemos ter uma linha de aproveitamento do aluno, certamente não serão provas de averiguações que poderão assegurar a eficácia do trabalho. Toda avaliação da leitura será indireta.
7. Livro não é castigo.
A escola deve proporcionar motivação para a leitura. Descobrir este prazer é fundamental, longe de exigências e repreensões. O livro deve estar à mão e jamais se converter em castigo subsequente às ordens em sala de aula.
8. Eleição é obrigação.
O professor, antes de dar um livro, deve levantar o assunto e o tema de duas ou três obras e pedir que os alunos elejam a leitura comum. Isto faz com que participem desde o início do processo de leitura.
9. Renovar é preciso!
Se o professor souber distinguir literatura e arte de pedagogia e aprendizagem, se souber distinguir ideologia repressora de reflexão libertadora, não há porque temer o novo e repetir indefinidamente os velhos (ainda que bons) autores. A atualização é fácil, se ele acompanha um boletim ou uma revista especializada.
10. Leitura é co-produção.
Não obrigar o aluno, inicialmente, a ler um livro sozinho: será difícil manter a concentração e o ritmo. Assinalar a visão do autor, verificar a visão dos leitores e discutir, a partir do texto, as relações entre a arte e a vida: você vai descobrir que um texto são mil textos.
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